Planilha de controle de estoque para baixar
Uma planilha de controle de estoque registra quais peças você tem, quantas, quanto custaram e quando é hora de comprar mais. Para uma assistência técnica que ainda controla no olho ou no caderno, ela é o primeiro passo que realmente organiza a prateleira.
A planilha abaixo é gratuita, funciona no Excel, no Google Sheets e no LibreOffice, e já vem com as fórmulas prontas: o valor total se calcula sozinho e a peça que chegou no limite aparece marcada como COMPRAR.
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O que vem na planilha?
São três abas, pensadas para bancada e não para escritório.
Como usar — instruções curtas, o que a planilha faz e, principalmente, o que ela não faz.
Estoque — o cadastro das peças, com código, nome, aplicação, fornecedor, quantidade atual, estoque mínimo e custo unitário. Duas colunas se calculam sozinhas: valor total em estoque e situação da peça. No rodapé há um resumo com itens cadastrados, valor total imobilizado e quantas peças estão para comprar.
Movimentação — entradas e saídas, com data, tipo, quantidade e o número da ordem de serviço. É o campo da OS que liga a peça ao serviço, e é o que permite depois saber o custo real de cada conserto.
O alerta de compra usa formatação condicional: quando a quantidade atual chega ou fica abaixo do estoque mínimo, a linha fica vermelha com a palavra COMPRAR.
Quais colunas uma planilha de controle de estoque precisa ter?
Sete colunas resolvem o controle de uma assistência técnica. Mais que isso vira trabalho que ninguém mantém.
| Coluna | Para que serve |
|---|---|
| Código | Identificador curto da peça, para busca rápida |
| Peça | Nome como você fala na bancada, não o do catálogo |
| Aplicação / modelo | Em qual aparelho a peça serve — evita confundir tela de A12 com A13 |
| Fornecedor | Rastreia origem quando um lote vem ruim |
| Quantidade atual | O saldo físico da prateleira |
| Estoque mínimo | Gatilho de compra, antes de faltar |
| Custo unitário | Base do valor imobilizado e da margem do serviço |
A coluna que mais gente esquece é aplicação/modelo. Sem ela, o cadastro vira uma lista de "tela" e "bateria" que não diz em qual aparelho serve — e aí a consulta na hora do atendimento não funciona.
Como manter a planilha atualizada?
O problema da planilha nunca é montar, é manter. Três hábitos sustentam:
Lance a saída na hora, não no fim do dia. Peça aplicada e não lançada é divergência garantida. Se deixar para depois, não acontece.
Anote o número da OS em toda saída. É o que transforma a planilha de um inventário em um histórico útil. Sem isso você sabe que a peça saiu, mas não em qual serviço.
Faça contagem por amostra toda semana. Não conte tudo. Escolha as cinco peças de maior giro e confira. Quinze minutos por semana mantêm o número confiável; conferência anual só mede o tamanho do erro.
Na prática, o hábito que quebra primeiro é o primeiro. É por isso que quase toda planilha de estoque começa certa e desanda em um mês.
Por que a planilha deixa de funcionar?
Ela não falha por ser ruim. Falha porque depende de disciplina humana no pior momento possível: no meio do conserto, com o cliente esperando.
Quatro limites que a planilha não vence:
A baixa é manual. Ninguém para no meio de uma troca de tela para abrir o Excel e lançar a saída.
O alerta não avisa. A célula fica vermelha, mas só quando você abre o arquivo. Se você não abrir, não sabe que a peça acabou.
Duas pessoas não mexem juntas. Balcão e bancada precisando do mesmo arquivo ao mesmo tempo gera versão duplicada.
Não calcula margem. A planilha sabe o custo, mas não sabe quanto você cobrou na OS. Sem os dois lados, não há margem.
O sinal de que passou da hora é simples: quando você deixa de confiar no número da planilha e volta a conferir na prateleira, ela parou de servir.
Como um sistema resolve o que a planilha não resolve?
A diferença central é que o registro deixa de ser uma tarefa extra e vira consequência do trabalho.
Num sistema de controle de estoque para assistência técnica, a peça é vinculada dentro da ordem de serviço — onde o técnico já está. O saldo cai na hora, sem passo separado. O aviso de saldo mínimo aparece antes de você prometer prazo ao cliente. E como a peça está amarrada à OS, o custo entra no serviço sozinho e a margem fica calculada.
O FAST DESK faz isso a partir de R$ 59,90 por mês, com 14 dias de teste grátis e sem cartão de crédito. Mas comece pela planilha: se ela resolver o seu volume, ótimo. Ela só custa o seu tempo.
Perguntas frequentes sobre planilha de controle de estoque
A planilha funciona no Google Sheets?
Sim. O arquivo é .xlsx e pode ser importado no Google Sheets sem perder as fórmulas de valor total e de situação. A formatação condicional do alerta de compra também é mantida na importação.
Preciso pagar alguma coisa para baixar?
Não. A planilha é gratuita, não pede cadastro e não tem limite de uso. Pode adaptar as colunas ao seu negócio à vontade.
Quantas peças devo cadastrar no começo?
Comece pelas vinte ou trinta que você usa toda semana. Elas representam a maior parte do movimento e é onde o descontrole dói. As peças raras você cadastra conforme aparecerem.
Como calcular o estoque mínimo de cada peça?
Uma regra prática: quantas unidades você usa por semana, multiplicado pelo tempo de entrega do fornecedor em semanas, mais uma de folga. Se você usa 3 telas por semana e o fornecedor entrega em 2 semanas, o mínimo é 7.
A planilha serve para qualquer tipo de assistência técnica?
Sim. As colunas valem para celular, informática, notebook e eletrodoméstico. O que muda é o conteúdo da coluna de aplicação — modelo do aparelho, no caso de celular, ou voltagem e linha, no caso de eletrodoméstico.
Qual a diferença entre planilha e sistema de estoque?
A planilha registra o que você lançar; o sistema registra o que você fez. Na planilha, a baixa da peça é uma tarefa separada que depende de alguém lembrar. No sistema, a peça sai do estoque quando é vinculada à ordem de serviço, e o custo entra no serviço automaticamente.
Sua planilha parou de bater com a prateleira?
No FAST DESK a peça sai do estoque quando é aplicada na ordem de serviço — sem ninguém precisar lembrar de dar baixa.
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